Prentis: Reid Hoffman e Mark Pincus lançam laboratório de IA e buscam US$ 100 milhões
O Prentis, novo laboratório de IA fundado por Reid Hoffman (LinkedIn) e Mark Pincus (Zynga), negocia uma rodada de US$ 100 milhões. A aposta da startup: a automação de tarefas rotineiras no computador deve superar em breve a escrita de código como principal caso de uso da IA. O valuation da empresa e os investidores ainda não foram divulgados.
Processado por IA de TechCrunch; editado por Hamidun News
O Prentis, novo laboratório de IA cofundado por Reid Hoffman e Mark Pincus, negocia a captação de US$ 100 milhões em 24 de julho de 2026, segundo o TechCrunch. A startup aposta que a automação de tarefas rotineiras no computador deve superar em breve a escrita de código como o maior caso de uso da inteligência artificial.
Quem está por trás do Prentis
O Prentis foi fundado por dois veteranos do Vale do Silício: Reid Hoffman e Mark Pincus. Hoffman criou o LinkedIn em 2003 (a Microsoft comprou a rede social por US$ 26 bilhões em 2016), segue como sócio do fundo Greylock, foi um dos primeiros investidores da OpenAI e, em 2022, cofundou a startup de IA Inflection AI. Pincus fundou em 2007 a gigante de jogos Zynga e a levou ao IPO em 2011. Hoffman também integrou o conselho de administração da OpenAI até 2023, de modo que a aposta em IA aplicada é, para ele, uma continuação de anos de experiência.
- Nome — Prentis, novo laboratório de IA ("neolab")
- Cofundadores — Reid Hoffman (LinkedIn, Inflection AI) e Mark Pincus (Zynga)
- Rodada — negociação de US$ 100 milhões, segundo o TechCrunch
- Data — 24 de julho de 2026
- Foco — automação de trabalho rotineiro no computador, e não geração de código
Por que a aposta não é em programação
O Prentis acredita que a automação de operações cotidianas no computador será um uso de IA mais massivo do que o atual AI-coding, hoje em alta. Em meados de 2026, as ferramentas para programadores — GitHub Copilot, Cursor, Claude Code — continuam sendo o nicho mais visível e comercialmente bem-sucedido da IA generativa, mas a equipe do Prentis o considera estreito diante de bilhões de usuários comuns de escritório.
O neolab aposta que a automação de tarefas rotineiras no computador
logo vai superar a escrita de código como o maior caso de uso da IA.
— formulação do TechCrunch, 24 de julho de 2026
O assunto são os chamados "agentes computer-use": sistemas que enxergam a tela, clicam com o mouse, preenchem formulários e executam tarefas de vários passos no lugar de uma pessoa. Esses agentes prometem atender não o nicho dos desenvolvedores, mas o público mais numeroso — contadores, gerentes, analistas de suporte, que passam o dia inteiro no navegador e em programas de escritório. Esse mercado já é disputado pela OpenAI, com o modo Operator, pela Anthropic, com o recurso Computer Use, e pelo Google — e é para ele que o Prentis direciona seus US$ 100 milhões.
Por enquanto, os agentes computer-use funcionam de forma instável: tropeçam em captchas, pagamentos e interfaces complexas. É justamente nesse território ainda imaturo, mas potencialmente enorme, que o Prentis pretende construir seu programa de pesquisa.
Quanto a startup capta e o que é um neolab
Segundo o TechCrunch, em 24 de julho de 2026 o Prentis negocia uma rodada de US$ 100 milhões. O valuation da empresa, o investidor líder e o estágio do negócio não foram divulgados publicamente — só se conhecem o valor-alvo e os nomes dos fundadores.
O TechCrunch usa o termo "neolab" para designar uma nova onda de laboratórios de IA compactos, que não constroem o produto em torno de um chatbot, mas já declaram de saída uma aposta fundamental e levantam rodadas grandes para pesquisa. Os US$ 100 milhões em estágio inicial são um sinal dessa escala: é o que precisa não um aplicativo, mas uma "fábrica de modelos", com pesquisadores caros e capacidade computacional. Para comparação, startups de IA focadas em produto, na fase seed, costumam captar de um a poucas dezenas de milhões de dólares — o pedido do Prentis já começa uma ordem de grandeza acima.
O que isso significa
O surgimento do Prentis mostra para onde o interesse do venture capital se desloca em 2026: do AI-coding de nicho para agentes universais, que automatizam qualquer trabalho feito no computador. Os nomes de Hoffman e Pincus, somados a um pedido de US$ 100 milhões já na largada, indicam que os novos "neolabs" pretendem competir com os grandes players não com um produto isolado, mas com a aposta numa mudança do principal caso de uso da IA. Se a tese do Prentis estiver correta, a próxima onda de produtos de IA será medida não em linhas de código, mas no número de operações rotineiras tiradas das costas de funcionários comuns.
Build & Ship Production AI Apps with Vibe Coding
Join Zhemal Khamidun's hands-on Vibe Coding Intensive at hamidun.com/vibecoding — master Claude Code, Cursor, and autonomous agentic workflows.
O essencial da IA — uma vez por semana
Sete histórias que realmente importaram, escolhidas a dedo. Sem ruído nem releases.
Pronto! Verifique seu e-mail para a confirmação.