Mira Murati cria modelos de IA que interagem em tempo real e de forma simultânea
Mira Murati apresentou os interaction models, modelos de IA capazes de perceber áudio, vídeo e texto simultaneamente e reagir em tempo real. Os modelos atuais esperam o usuário terminar de falar; os novos devem interagir com a naturalidade de uma conversa entre pessoas. Murati, ex-diretora de tecnologia da OpenAI, fundou a Thinking Machines e posiciona esses modelos como uma nova abordagem para a relação entre pessoas e IA.
Processado por IA de The Verge; editado por Hamidun News
Mira Murati, ex-diretora de tecnologia da OpenAI, fundou a Thinking Machines e apresentou um novo paradigma de interação com IA. A empresa trabalha nos interaction models: modelos que percebem áudio, vídeo e texto simultaneamente e respondem em tempo real, imitando a colaboração natural entre pessoas.
Um novo paradigma de interação
Os interaction models não são apenas novas versões de modelos de linguagem. Trata-se de uma abordagem fundamentalmente diferente de como as pessoas interagem com a IA. Em vez de escrever uma pergunta e esperar a resposta, o usuário pode falar, mostrar a tela e mudar de contexto, enquanto o modelo reage em paralelo, como um interlocutor numa conversa natural.
Segundo a Thinking Machines, os modelos atuais percebem a realidade "em um único fluxo". Enquanto o usuário fala ou digita, o modelo fica passivo: não vê nada, não ouve nada e não entende o que está acontecendo. O processamento só começa quando a informação chegou por completo. Isso cria atraso e deixa o diálogo artificial.
Os interaction models devem funcionar de outra forma: receber continuamente o fluxo de entrada, pensar em paralelo com o usuário e reagir em tempo real. Isso se aproxima mais de como as pessoas conversam, com os dois participantes ouvindo, processando informações e respondendo ao mesmo tempo.
O que muda
A passagem da interação sequencial para a paralela traz consequências importantes:
- Naturalidade: o diálogo com a IA ficará tão fluido quanto uma conversa com uma pessoa
- Contexto: o modelo percebe o tom de voz, a linguagem corporal e o contexto visual, não só as palavras
- Velocidade: não há atraso entre o pensamento do usuário e a reação do modelo
- Multitarefa: o modelo pode ouvir, olhar, analisar e responder ao mesmo tempo
- Adaptabilidade: o sistema pode perceber que o usuário está confuso e ajudar na hora
Histórico e importância
Mira Murati deixou a OpenAI em setembro de 2024. Em poucos meses, montou uma equipe e lançou a Thinking Machines com um objetivo claro: redefinir o que significa "colaboração com IA". Para ela, não é só mais uma startup, mas uma tentativa de resolver um problema fundamental das interfaces de IA atuais.
Se a Thinking Machines conseguir tirar essa ideia do papel, isso pode mudar a forma como as pessoas trabalham com IA em todas as áreas, do trabalho profissional aos estudos e à criatividade.
O que isso significa
Os interaction models são o próximo passo na evolução da interação com IA. Se os modelos atuais são chatbots, os interaction models são quase um diálogo ao vivo.
Para os usuários, isso significa uma comunicação mais natural com a IA. Para as empresas, a possibilidade de criar interfaces que as pessoas não precisem aprender a usar com sintaxes e comandos especiais.
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Perguntas frequentes sobre a notícia
O que se sabe sobre Um novo paradigma de interação?
Os interaction models não são apenas novas versões de modelos de linguagem. Trata-se de uma abordagem fundamentalmente diferente de como as pessoas interagem com a IA. Em vez de escrever uma pergunta e esperar a resposta, o usuário pode falar, mostrar a tela e mudar de contexto, enquanto o modelo reage em paralelo, como um interlocutor numa conversa natural. Segundo a Thinking Machines, os modelos atuais percebem a realidade "em um único fluxo". Enquanto o usuário fala ou digita, o modelo fica passivo: não vê nada, não ouve nada e não entende o que está acontecendo. O proce
O que muda?
A passagem da interação sequencial para a paralela traz consequências importantes: Naturalidade: o diálogo com a IA ficará tão fluido quanto uma conversa com uma pessoa Contexto: o modelo percebe o tom de voz, a linguagem corporal e o contexto visual, não só as palavras Velocidade: não há atraso entre o pensamento do usuário e a reação do modelo Multitarefa: o modelo pode ouvir, olhar, analisar e responder ao mesmo tempo Adaptabilidade: o sistema pode perceber que o usuário está confuso e ajudar na hora
O que se sabe sobre Histórico e importância?
Mira Murati deixou a OpenAI em setembro de 2024. Em poucos meses, montou uma equipe e lançou a Thinking Machines com um objetivo claro: redefinir o que significa "colaboração com IA". Para ela, não é só mais uma startup, mas uma tentativa de resolver um problema fundamental das interfaces de IA atuais. Se a Thinking Machines conseguir tirar essa ideia do papel, isso pode mudar a forma como as pessoas trabalham com IA em todas as áreas, do trabalho profissional aos estudos e à criatividade.
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