Gallup: metade dos trabalhadores dos EUA já usa IA no trabalho, e a fatia continua crescendo

A IA está se tornando rapidamente uma ferramenta comum de trabalho nos EUA. Segundo a nova pesquisa da Gallup, 50% dos funcionários já a usam, contra 21% no segundo trimestre de 2023. O crescimento segue mesmo em relação ao fim de 2025: mais 4 pontos percentuais. A pesquisa ouviu 23.717 pessoas, então já não se trata de uma tendência local, e sim de uma mudança em massa.

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Gallup: metade dos trabalhadores dos EUA já usa IA no trabalho, e a fatia continua crescendo
Fonte: 3DNews AI. Colagem: Hamidun News.
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Dado-chave #150% dos funcionários nos EUA já usam IA no trabalho
21%o nível do segundo trimestre de 2023
+4 pontos percentuaisalta em relação ao quarto trimestre de 2025

A IA deixou de ser ferramenta de entusiastas e equipes-piloto: de acordo com a nova pesquisa da Gallup, 50% dos funcionários nos EUA já a usam no trabalho. Três anos atrás, isso parecia um experimento inicial; agora é prática de trabalho em massa.

O principal número da pesquisa

A Gallup realizou a pesquisa nos EUA de 4 a 19 de fevereiro de 2026, com 23.717 funcionários participantes. A conclusão principal é simples: metade dos trabalhadores americanos já aplica a IA, de uma forma ou de outra, em suas tarefas. Não se trata de disposição teórica nem de interesse pela tecnologia, mas de uso efetivo no trabalho: em e-mails, documentos, análise de informações, busca de ideias e outros processos cotidianos nos quais os assistentes digitais fazem cada vez mais parte do kit habitual de ferramentas.

O tamanho da amostra também importa. Quase 24 mil participantes não são um recorte local de um único setor nem ruído em torno de dois ou três serviços de IA badalados. Dados assim mostram melhor a direção geral do mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, o indicador "usam IA" não significa a mesma profundidade de adoção para todos: alguns recorrem ao assistente várias vezes ao dia, outros só de vez em quando. Mas, mesmo com uma definição tão ampla, o número de 50% diz uma coisa: a tecnologia ultrapassou o limiar da adoção em massa.

Crescimento em três anos

Olhando a evolução, o aumento fica ainda mais evidente. No segundo trimestre de 2023, 21% dos funcionários diziam usar IA no trabalho. No quarto trimestre de 2025, o índice subiu para 46%, e em fevereiro de 2026 chegou a 50%. Em menos de três anos, a fatia de usuários mais que dobrou, e a alta não parou nem depois do forte pico de interesse por modelos generativos.

  • 50% dos funcionários nos EUA já usam IA no trabalho
  • 21%: o nível do segundo trimestre de 2023
  • +4 pontos percentuais: alta em relação ao quarto trimestre de 2025
  • 23.717 funcionários participaram da pesquisa
  • De 4 a 19 de fevereiro de 2026: período de coleta de dados

É um sinal importante para empresas que ainda tratam a IA como experimento de equipes isoladas. Enquanto alguns negócios debatem se precisam dessa ferramenta, os funcionários já a incorporam por conta própria ao trabalho onde ela economiza tempo. Em outras palavras, a adoção não acontece só de cima para baixo, por iniciativas corporativas, mas também de baixo para cima, pela produtividade pessoal de quem encontrou uma aplicação prática para a IA.

A IA virou rotina

A notícia chama atenção não só pelo número redondo, mas pela mudança de status da tecnologia. Até pouco tempo atrás, a conversa sobre IA no escritório se resumia a testes, políticas de segurança e à dúvida se era possível confiar uma tarefa real a um modelo. Agora a discussão muda de plano: como exatamente integrar os assistentes a processos que exigem revisão humana e quais regras devem valer para os dados de trabalho. Quando metade dos funcionários usa a ferramenta, ela já não é um bônus da moda, e sim uma camada sobre a rotina operacional.

Para o mercado, isso também significa um novo patamar de expectativas. Empregadores têm cada vez mais motivos para rever processos, métricas de desempenho e treinamento de equipes, e fornecedores de software precisam integrar recursos de IA não como vitrine separada, mas como parte dos fluxos de trabalho comuns. Ao mesmo tempo, cresce a pressão sobre quem demora: se os funcionários veem a IA acelerar a redação de textos, a análise de materiais ou a busca de soluções, vão esperar as mesmas capacidades nas ferramentas corporativas, e não só em serviços externos.

O que isso significa

A pesquisa da Gallup registra o momento em que a IA saiu de vez da zona de adoção inicial e entrou no dia a dia do funcionário comum. A próxima etapa para as empresas já não é a pergunta "usar ou não", mas o controle de qualidade, as regras de uso e o retorno real dessa nova camada de trabalho.

Perguntas frequentes sobre a notícia

O que se sabe sobre O principal número da pesquisa?

A Gallup realizou a pesquisa nos EUA de 4 a 19 de fevereiro de 2026, com 23.717 funcionários participantes. A conclusão principal é simples: metade dos trabalhadores americanos já aplica a IA, de uma forma ou de outra, em suas tarefas. Não se trata de disposição teórica nem de interesse pela tecnologia, mas de uso efetivo no trabalho: em e-mails, documentos, análise de informações, busca de ideias e outros processos cotidianos nos quais os assistentes digitais fazem cada vez mais parte do kit habitual de ferramentas. O tamanho da amostra também importa. Quase 24 mil partici

O que se sabe sobre Crescimento em três anos?

Olhando a evolução, o aumento fica ainda mais evidente. No segundo trimestre de 2023, 21% dos funcionários diziam usar IA no trabalho. No quarto trimestre de 2025, o índice subiu para 46%, e em fevereiro de 2026 chegou a 50%. Em menos de três anos, a fatia de usuários mais que dobrou, e a alta não parou nem depois do forte pico de interesse por modelos generativos. 50% dos funcionários nos EUA já usam IA no trabalho 21%: o nível do segundo trimestre de 2023 +4 pontos percentuais: alta em relação ao quarto trimestre de 2025 23.717 funcionários participaram da pesquisa De 4 a

O que se sabe sobre A IA virou rotina?

A notícia chama atenção não só pelo número redondo, mas pela mudança de status da tecnologia. Até pouco tempo atrás, a conversa sobre IA no escritório se resumia a testes, políticas de segurança e à dúvida se era possível confiar uma tarefa real a um modelo. Agora a discussão muda de plano: como exatamente integrar os assistentes a processos que exigem revisão humana e quais regras devem valer para os dados de trabalho. Quando metade dos funcionários usa a ferramenta, ela já não é um bônus da moda, e sim uma camada sobre a rotina operacional. Para o mercado, isso também sig

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Zhemal Khamidun — CPO da Alpina Digital, gerente de produto do AlpinaGPT. Cria produtos de IA desde 2019. O Hamidun News é um projeto pessoal que virou um agregador em produção com mais de 6.000 leitores.
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