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LinkedIn добавил кнопку «Seems like AI slop» для маркировки ИИ-постов в ленте

LinkedIn добавил в меню постов кнопку «Похоже на AI-слоп» — первую нативную функцию платформы для маркировки контента, написанного нейросетью. Кнопка появляется в трёхточечном меню под каждым постом. Компания не делала официальных объявлений — функцию обнаружила редакция 404 Media.

Processado por IA de TNW; editado por Hamidun News
LinkedIn добавил кнопку «Seems like AI slop» для маркировки ИИ-постов в ленте
Fonte: TNW. Colagem: Hamidun News.
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O LinkedIn adicionou discretamente um botão "Parece AI slop" ao menu de publicações em julho de 2026 — a primeira ferramenta integrada na história da plataforma para marcação de conteúdo gerado por IA pelos próprios usuários. O 404 Media foi o primeiro a noticiar; o LinkedIn não fez comentários oficiais.

O que é o botão "Seems like AI slop"

A nova opção aparece no menu de três pontos abaixo de cada publicação, ao lado das ferramentas padrão de denúncia — "Spam", "Não tenho interesse", "Ocultar". Ao clicar nela, o usuário sinaliza à plataforma que considera a publicação gerada automaticamente, e não escrita por uma pessoa real. O LinkedIn não emitiu nenhum comunicado à imprensa nem anunciou a funcionalidade em seu blog — ela simplesmente apareceu sem alarde.

A expressão "AI slop" é uma gíria amplamente usada na internet para designar um fluxo de conteúdo uniforme produzido por máquinas. No LinkedIn, isso se refere principalmente a posts com listas numeradas no estilo "7 lições de 10 anos de emprego", monólogos inspiracionais sobre "vulnerabilidade" e dicas numeradas de produtividade — textos que o ChatGPT, Claude ou Gemini geram em segundos. Ao incorporar o termo na interface oficial, o LinkedIn reconheceu publicamente que o problema é significativo o suficiente para merecer um botão dedicado.

Por que o LinkedIn resolveu marcar conteúdo de IA?

O LinkedIn é uma das plataformas onde a onda de conteúdo gerado por IA se faz sentir de forma mais intensa. Os usuários reclamam há muito tempo que o feed está repleto de publicações idênticas: as mesmas estruturas, as mesmas confissões "honestas", o mesmo desfecho emocional com um apelo para deixar um comentário e "compartilhar se você concordar". O algoritmo da plataforma tradicionalmente favorecia publicações com alto engajamento — e os textos de IA, otimizados para ganchos e listas, acumulavam-no com facilidade.

Como observa o 404

Media, o LinkedIn foi o primeiro a levar o termo "AI slop" do jargão dos usuários para uma interface oficial — reconhecendo assim que se trata de um problema sistêmico que exige uma resposta instrumental.

A empresa não revelou como a funcionalidade funciona: se o alcance algorítmico das publicações marcadas é reduzido, se o autor recebe uma notificação ou se os dados são agregados para sistemas de moderação sem efeito imediato sobre uma publicação específica. Sem esses detalhes, a questão central permanece em aberto — o botão vai realmente mudar o algoritmo ou continuará sendo um gesto simbólico?

O paradoxo: a Microsoft vende IA e combate a IA

O LinkedIn pertence à Microsoft — empresa que promove ativamente ferramentas de IA: o Microsoft Copilot está integrado ao Word, ao Outlook e ao Teams. São exatamente essas ferramentas que em grande medida geram o conteúdo que o LinkedIn agora pede aos usuários que marquem como "slop". A comunidade profissional notou esse paradoxo: um único ecossistema ao mesmo tempo vende ferramentas para criar conteúdo de IA e adiciona um botão para sinalizá-lo no feed.

Um risco adicional é o uso abusivo: o botão pode ser utilizado contra autores que escrevem eles mesmos, mas em um estilo estruturado que superficialmente se assemelha ao de uma IA. O LinkedIn ainda não explicou se há proteções previstas para esse cenário.

O que isso significa

O LinkedIn tornou-se a primeira grande rede profissional a incorporar diretamente na interface uma marcação de conteúdo de IA feita pelos usuários. Se a funcionalidade se mostrar eficaz, poderá se tornar um precedente para o Twitter/X, Facebook, Instagram e outras plataformas, onde as reclamações sobre conteúdo artificial estão crescendo. A questão central permanece em aberto: o botão vai realmente influenciar o algoritmo — ou simplesmente dará aos usuários a sensação de controle?

*A Meta foi reconhecida como organização extremista e está proibida na Rússia.

ZK
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