Джек Дорси запустил Buzz — конкурента Slack, где AI-агенты работают в чате наравне с людьми
Джек Дорси, сооснователь Twitter и глава Block, представил Buzz — групповой чат для рабочих команд, где AI-агенты участвуют в переписке наравне с людьми. Продукт метит в аудиторию Slack: вместо ботов-надстроек агенты становятся полноправными участниками беседы и видят весь контекст обсуждения.
Processado por IA de TechCrunch; editado por Hamidun News
Jack Dorsey, cofundador do Twitter e chefe da empresa Block, apresentou em 21 de julho de 2026 o Buzz — uma plataforma de chats em grupo para equipes de trabalho na qual agentes de IA participam da conversa em pé de igualdade com as pessoas. O novo produto mira diretamente o território do Slack.
O que é o Buzz
O Buzz é um mensageiro corporativo em que um único chat em grupo reúne os funcionários e seus agentes de IA. Segundo o TechCrunch, a ideia do produto é que os agentes deixem de ser bots externos e se tornem participantes comuns da conversa de trabalho — com acesso ao contexto da discussão. Detalhes sobre preços, plataformas e data de lançamento público ainda não foram revelados.
O lançamento se encaixa em cheio na principal tendência de 2026: as empresas conectam agentes de IA em massa aos seus fluxos de trabalho, mas precisam gerenciá-los a partir de interfaces dispersas. O Buzz propõe reunir pessoas e agentes em uma única janela de conversa.
- Autor do projeto — Jack Dorsey, cofundador do Twitter e chefe da Block
- Formato — chat em grupo para equipes de trabalho, análogo direto do Slack
- Diferença-chave — agentes de IA como participantes plenos da conversa, e não integrações externas
- Concorrentes — Slack (pertencente à Salesforce) e Microsoft Teams
- Data do anúncio — 21 de julho de 2026; o lançamento foi noticiado pelo TechCrunch
"O
Buzz é uma plataforma de chat em grupo para o espaço de trabalho que coloca as pessoas e seus agentes de IA em uma mesma conversa" — é assim que o TechCrunch descreve o produto.
Em que o Buzz difere do Slack
A principal aposta do Buzz é que os agentes de IA vivem dentro da conversa, em vez de serem conectados de fora. No Slack, a automação historicamente é construída por meio de bots, aplicativos e webhooks: o agente continua sendo uma camada sobre o chat. O Buzz, a julgar pela descrição, inverte o modelo — o agente lê a thread junto com as pessoas e responde nela mesma, como mais um colega.
O Slack, enquanto isso, continua sendo um dos ativos mais caros do software corporativo: a Salesforce comprou a empresa por US$ 27,7 bilhões — o negócio foi concluído em julho de 2021. Desafiar um jogador desses de frente é difícil, por isso Dorsey entra por uma nova necessidade: em 2026, as equipes trabalham cada vez mais não apenas entre si, mas também com agentes autônomos.
A própria Salesforce caminha na mesma direção: em 2024 a empresa lançou o Slack AI e depois anunciou a plataforma de agentes Agentforce. Mas essas ferramentas se encaixam na arquitetura existente, enquanto o Buzz, pela descrição do TechCrunch, foi projetado em torno dos agentes desde o primeiro dia.
Por que Dorsey está construindo um mensageiro de novo
Para Jack Dorsey, os produtos de comunicação são o fio condutor de sua carreira. Ele é cofundador do Twitter (a empresa foi lançada em 2006), em 2019 iniciou dentro do Twitter o projeto do protocolo descentralizado Bluesky, apoia o protocolo Nostr e, em julho de 2025, lançou o Bitchat, um mensageiro P2P experimental que funciona via Bluetooth sem internet.
O interesse de Dorsey por agentes é sistemático: sua fintech Block lançou já em janeiro de 2025 o Goose — um framework aberto para agentes de IA. O Buzz dá continuidade a essa série, mas, pela primeira vez em muito tempo, Dorsey faz um produto para o mercado corporativo, e não para protocolos abertos. O cálculo é evidente: o mercado de agentes de trabalho cresce, os grandes laboratórios de IA deslocaram em 2025–2026 o foco dos chatbots para agentes que executam tarefas por completo, e as equipes precisam de um lugar onde seja cômodo gerenciar esses agentes.
O que isso significa
O mensageiro de trabalho está se transformando de um canal de comunicação entre pessoas em um centro de comando de uma equipe híbrida de pessoas e agentes de IA. Se o formato do Buzz pegar, a concorrência com o Slack se deslocará dos canais e das integrações para a qualidade do trabalho dos agentes embutidos — e este é o primeiro produto de destaque construído do zero em torno desse modelo. A questão agora é se o novato conseguirá dar às equipes razões suficientes para deixar sua plataforma corporativa habitual.
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