Presidente da Blackstone, John Gray direciona capital para pesquisas de câncer com IA

O presidente da Blackstone, John Gray, e sua esposa, Mindy Gray, vêm destinando cada vez mais recursos a pesquisas sobre câncer que usam inteligência artificial. A aposta acontece em duas frentes: pelos investimentos da própria Blackstone, a maior gestora de ativos alternativos do mundo, e pela filantropia científica pessoal da família.

Processado por IA de Bloomberg Tech; editado por Hamidun News
Presidente da Blackstone, John Gray direciona capital para pesquisas de câncer com IA
Fonte: Bloomberg Tech. Colagem: Hamidun News.
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John Graypresidente da Blackstone Inc., a maior gestora de ativos alternativos do mundo
Destino dos recursosinvestimentos da Blackstone e filantropia científica pessoal da família Gray
Foco da filantropiauso de IA em pesquisas voltadas à prevenção e ao tratamento do câncer

O presidente da Blackstone, John Gray, e sua esposa, Mindy Gray, estão direcionando cada vez mais recursos para pesquisas sobre câncer que usam inteligência artificial, tanto pelos investimentos da própria Blackstone quanto pela filantropia científica pessoal do casal, informa a Bloomberg.

O que se sabe sobre a aposta da família Gray

Segundo a Bloomberg, John Gray comanda a Blackstone Inc., a maior gestora de ativos alternativos do mundo, com mais de um trilhão de dólares em ativos sob gestão. Ele vem ampliando de forma consistente o peso dos investimentos em IA no portfólio da firma. Ao mesmo tempo, ele e a esposa, Mindy Gray, levam o mesmo princípio para a filantropia científica pessoal, que também aposta no uso de inteligência artificial em pesquisas biomédicas voltadas ao combate a doenças oncológicas.

  • John Gray: presidente da Blackstone Inc., a maior gestora de ativos alternativos do mundo
  • Destino dos recursos: investimentos da Blackstone e filantropia científica pessoal da família Gray
  • Foco da filantropia: uso de IA em pesquisas voltadas à prevenção e ao tratamento do câncer

Por que a IA vem se tornando uma ferramenta na oncologia?

A inteligência artificial ganha cada vez mais espaço na biomedicina. Os modelos conseguem analisar enormes volumes de dados genômicos e clínicos, prever a estrutura e o comportamento de proteínas, acelerar a busca por novas moléculas candidatas a medicamentos e identificar, em exames de imagem, padrões difíceis de perceber a olho nu. Em geral, é para esse tipo de tarefa — acelerar o desenvolvimento de terapias e tornar o diagnóstico precoce mais preciso — que se volta a filantropia que combina IA e pesquisa oncológica, em vez de simplesmente financiar bolsas tradicionais de laboratório.

O interesse de grandes investidores como a família Gray por essa combinação reflete uma tendência mais ampla entre gestores de capital e suas famílias. O dinheiro de grandes fundos e de seus próprios executivos flui cada vez mais para a infraestrutura de IA — data centers, chips, computação em nuvem — e, além dela, para o desenvolvimento de aplicações de IA em medicina e ciência básica. Com frequência, essa filantropia funciona como uma espécie de campo de provas: abordagens de IA promissoras que mostram resultados em projetos de pesquisa sem fins lucrativos acabam atraindo, mais tarde, financiamento comercial de venture capital.

A Blackstone já é conhecida por apostas pesadas na infraestrutura física por trás da IA. Em 2021, a firma comprou a operadora de data centers QTS Realty Trust e, desde então, segue ampliando os investimentos em data centers e na capacidade de energia necessária para mantê-los. Levar uma lógica parecida — buscar crescimento onde a inteligência artificial transforma um setor inteiro — para a filantropia pessoal da família Gray soa como continuação da mesma filosofia de investimento, só que aplicada à ciência e à medicina, e não a imóveis e infraestrutura.

Esse tipo de filantropia costuma funcionar de forma diferente do venture capital: financia ideias científicas mais iniciais e arriscadas, que ainda não estão prontas para atrair capital clássico de startups, mas que, se derem certo, podem definir por décadas os rumos de toda uma área da medicina — do diagnóstico precoce à terapia personalizada, ajustada ao genoma de cada paciente.

O que isso significa

Quando executivos das maiores firmas de investimento levam a lógica do investimento em IA dos negócios para a filantropia pessoal, temos mais um sinal de que o grande capital deixou de tratar o uso da inteligência artificial na pesquisa médica como experimento e passou a vê-lo como uma frente promissora e prioritária para os próximos anos.

Perguntas frequentes sobre a notícia

Por que a IA vem se tornando uma ferramenta na oncologia?

A inteligência artificial ganha cada vez mais espaço na biomedicina. Os modelos conseguem analisar enormes volumes de dados genômicos e clínicos, prever a estrutura e o comportamento de proteínas, acelerar a busca por novas moléculas candidatas a medicamentos e identificar, em exames de imagem, padrões difíceis de perceber a olho nu. Em geral, é para esse tipo de tarefa — acelerar o desenvolvimento de terapias e tornar o diagnóstico precoce mais preciso — que se volta a filantropia que combina IA e pesquisa oncológica, em vez de simplesmente financiar bolsas tradicionais de

O que se sabe sobre a aposta da família Gray?

Segundo a Bloomberg, John Gray comanda a Blackstone Inc., a maior gestora de ativos alternativos do mundo, com mais de um trilhão de dólares em ativos sob gestão. Ele vem ampliando de forma consistente o peso dos investimentos em IA no portfólio da firma. Ao mesmo tempo, ele e a esposa, Mindy Gray, levam o mesmo princípio para a filantropia científica pessoal, que também aposta no uso de inteligência artificial em pesquisas biomédicas voltadas ao combate a doenças oncológicas. John Gray: presidente da Blackstone Inc., a maior gestora de ativos alternativos do mundo Destino

O que isso significa?

Quando executivos das maiores firmas de investimento levam a lógica do investimento em IA dos negócios para a filantropia pessoal, temos mais um sinal de que o grande capital deixou de tratar o uso da inteligência artificial na pesquisa médica como experimento e passou a vê-lo como uma frente promissora e prioritária para os próximos anos.

ZK
Zhemal Khamidun — CPO da Alpina Digital, gerente de produto do AlpinaGPT. Cria produtos de IA desde 2019. O Hamidun News é um projeto pessoal que virou um agregador em produção com mais de 6.000 leitores.
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