Participação do Windows no mercado de sistemas operacionais para desktop cai abaixo de 60% pela primeira vez na história e chega a 56%
A participação do Windows no mercado de sistemas operacionais para desktop caiu abaixo de 60% pela primeira vez na história. Em junho de 2025, o Windows rodava em mais de 70% dos desktops; um ano depois, essa fatia encolheu para 56%. Cada vez mais usuários estão migrando para macOS e Linux porque não querem conviver com os problemas da versão atual do Windows.
Processado por IA de CNews AI; editado por Hamidun News
A participação do Windows no mercado global de sistemas operacionais para desktop caiu abaixo de 60% pela primeira vez na história. Em junho de 2025, o sistema rodava em mais de 70% dos desktops; em junho de 2026, o índice havia recuado para 56%. No mesmo período, macOS e distribuições Linux ganharam popularidade de forma perceptível.
Como mudou a participação do Windows
- Junho de 2025 — mais de 70% do mercado de sistemas operacionais para desktop
- Junho de 2026 — 56% do mercado, abaixo da marca de 60% pela primeira vez
- Em um ano, a queda foi de mais de 14 pontos percentuais
- Ao mesmo tempo, macOS e Linux ganharam participação — os usuários estão migrando para sistemas alternativos
Por que os usuários estão abandonando o Windows
Os dados não apontam causas diretas para a queda, mas a tendência coincide com vários movimentos simultâneos na indústria. Nos últimos anos, a Apple ampliou a participação de seus notebooks com chips próprios Apple Silicon, que superam com folga os concorrentes em autonomia de bateria e desempenho por watt. As distribuições Linux, por sua vez, ficaram bem mais amigáveis para o usuário comum graças à camada de compatibilidade Proton, que permite rodar boa parte do catálogo da Steam sem Windows. Isso eliminou uma das principais barreiras para a migração dos gamers.
O cansaço com as políticas da própria Microsoft também pesa. Requisitos de hardware rígidos nas novas versões do Windows, anúncios embutidos na interface e a promoção agressiva dos serviços de IA da empresa fazem parte do público considerar seriamente alternativas em que antes nem pensava.
No segmento de games, o console portátil Steam Deck, baseado na distribuição Linux SteamOS, acostumou milhões de usuários à ideia de que o Windows já não é obrigatório para jogar. Já os Chromebooks baratos com ChromeOS seguem como escolha popular na educação e em tarefas básicas de escritório, o que puxa ainda mais para baixo a fatia do Windows nas estatísticas de desktop.
Como a participação dos sistemas operacionais é medida
Esse tipo de estatística costuma se basear na análise de dezenas de bilhões de visitas a sites: serviços especializados identificam o sistema operacional pelos cabeçalhos do navegador em cada acesso e agregam os dados por país e por mês. O método não é perfeito, já que depende do tráfego web, e não das vendas diretas de dispositivos. Mesmo assim, há décadas esses números servem como o principal indicador de quem está vencendo a guerra das plataformas de desktop. Por isso, a queda do Windows abaixo da marca psicológica de 60% é vista na indústria como um marco simbólico, e não como mais uma oscilação mensal nas estatísticas.
O que isso significa
Se a tendência continuar, o monopólio do Windows nos desktops — a base dos negócios da Microsoft por três décadas — seguirá se desgastando. Para a Microsoft, isso é mais um incentivo para reter usuários de outras formas: integrar o assistente de IA Copilot mais fundo na interface e nos serviços por assinatura, em vez de depender apenas do hábito das pessoas de continuar no Windows. Desenvolvedores de software e departamentos de TI corporativos, por sua vez, terão de levar cada vez mais a sério o suporte a macOS e Linux, em vez de tratá-los como plataformas de nicho.
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Perguntas frequentes sobre a notícia
Como mudou a participação do Windows?
Junho de 2025 — mais de 70% do mercado de sistemas operacionais para desktop Junho de 2026 — 56% do mercado, abaixo da marca de 60% pela primeira vez Em um ano, a queda foi de mais de 14 pontos percentuais Ao mesmo tempo, macOS e Linux ganharam participação — os usuários estão migrando para sistemas alternativos
Por que os usuários estão abandonando o Windows?
Os dados não apontam causas diretas para a queda, mas a tendência coincide com vários movimentos simultâneos na indústria. Nos últimos anos, a Apple ampliou a participação de seus notebooks com chips próprios Apple Silicon, que superam com folga os concorrentes em autonomia de bateria e desempenho por watt. As distribuições Linux, por sua vez, ficaram bem mais amigáveis para o usuário comum graças à camada de compatibilidade Proton, que permite rodar boa parte do catálogo da Steam sem Windows. Isso eliminou uma das principais barreiras para a migração dos gamers. O cansaço
Como a participação dos sistemas operacionais é medida?
Esse tipo de estatística costuma se basear na análise de dezenas de bilhões de visitas a sites: serviços especializados identificam o sistema operacional pelos cabeçalhos do navegador em cada acesso e agregam os dados por país e por mês. O método não é perfeito, já que depende do tráfego web, e não das vendas diretas de dispositivos. Mesmo assim, há décadas esses números servem como o principal indicador de quem está vencendo a guerra das plataformas de desktop. Por isso, a queda do Windows abaixo da marca psicológica de 60% é vista na indústria como um marco simbólico, e n
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