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Meta não consegue derrubar ação de 29 estados que a acusa de viciar crianças no Instagram de propósito

Em julho de 2026, a juíza federal Yvonne Gonzalez Rogers negou o pedido da Meta para arquivar a ação movida pelos procuradores-gerais de 29 estados dos EUA. Os autores afirmam que a empresa projetou deliberadamente o Facebook e o Instagram para causar dependência em crianças e adolescentes. Com a decisão, o caso segue adiante, e a Meta terá de defender sua posição na Justiça.

Processado por IA de TNW; editado por Hamidun News
Meta não consegue derrubar ação de 29 estados que a acusa de viciar crianças no Instagram de propósito
Fonte: TNW. Colagem: Hamidun News.
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Ficha técnica e números-chave
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Editor-chefe
Dado-chave #1A ação foi movida pelos procuradores-gerais de 29 estados dos EUA
Dado-chave #2A decisão é da juíza Yvonne Gonzalez Rogers, do tribunal distrital dos EUA em Oakland, Califórnia
Dado-chave #3A juíza negou o pedido da Meta para arquivar a parte central da ação

A Meta terá de se defender na Justiça da acusação de que construiu deliberadamente o Facebook e o Instagram para viciar crianças. Em julho de 2026, uma juíza federal negou o pedido da empresa para arquivar a parte central da ação movida pelos procuradores-gerais de 29 estados dos EUA.

O que a juíza decidiu

A decisão é da juíza Yvonne Gonzalez Rogers, do tribunal distrital dos EUA em Oakland, na Califórnia. Ela se recusou a encerrar a maior parte das alegações dos autores, o que permite aos estados seguir em busca de um julgamento do mérito. Na prática, a Meta não conseguirá se livrar do processo logo no início e terá de defender sua posição nas próximas etapas.

  • A ação foi movida pelos procuradores-gerais de 29 estados dos EUA
  • A decisão é da juíza Yvonne Gonzalez Rogers, do tribunal distrital dos EUA em Oakland, Califórnia
  • A juíza negou o pedido da Meta para arquivar a parte central da ação
  • A acusação: projetar deliberadamente o Facebook e o Instagram para gerar dependência em crianças

Por que foram os estados que entraram com a ação

Em casos como este, os procuradores-gerais atuam em nome dos moradores de seus estados e buscam, pela via judicial, restrições ao design dos produtos e indenizações por danos à saúde dos usuários. As alegações miram mecânicas específicas das plataformas, como o feed infinito, as notificações push e as recomendações algorítmicas. Segundo os autores, esses recursos foram desenvolvidos para manter usuários menores de idade conectados pelo maior tempo possível, sem levar em conta os efeitos sobre sua saúde mental.

Como essa ação começou

O caso atual faz parte de uma onda mais ampla de processos contra a Meta, iniciada em outubro de 2023. Na ocasião, dezenas de procuradores-gerais estaduais dos EUA entraram pela primeira vez com uma ação conjunta contra a empresa, acusando-a de projetar deliberadamente o Facebook e o Instagram para viciar adolescentes e prejudicar sua saúde mental. Esses processos foram motivados, em grande parte, por pesquisas internas da Meta sobre o efeito do Instagram na autoestima de adolescentes, vazadas em 2021 pela ex-funcionária Frances Haugen. Com a recusa da juíza em arquivar o caso, essa disputa jurídica de vários anos finalmente chegará a um julgamento completo.

O que a Meta enfrenta daqui para frente

Com o pedido de arquivamento negado, o processo avança para a próxima fase: a coleta de provas e a preparação para as audiências de mérito, em que as partes terão de apresentar documentos e depoimentos de testemunhas. Para a Meta, isso significa não só custos judiciais, mas também o risco de ver vir a público materiais internos sobre como a empresa projetou e testou recursos de engajamento.

O que isso significa

A recusa da juíza em encerrar o caso logo no início é um golpe sério para a Meta: a empresa agora terá de defender o design de seus produtos em um julgamento completo, e não mais nos bastidores das petições preliminares. O desfecho pode criar um precedente sobre como os tribunais dos EUA avaliarão a responsabilidade das plataformas de tecnologia pelo impacto de seus algoritmos sobre crianças e adolescentes.

História

Perguntas frequentes sobre a notícia

O que a juíza decidiu?

A decisão é da juíza Yvonne Gonzalez Rogers, do tribunal distrital dos EUA em Oakland, na Califórnia. Ela se recusou a encerrar a maior parte das alegações dos autores, o que permite aos estados seguir em busca de um julgamento do mérito. Na prática, a Meta não conseguirá se livrar do processo logo no início e terá de defender sua posição nas próximas etapas.

Por que foram os estados que entraram com a ação?

Em casos como este, os procuradores-gerais atuam em nome dos moradores de seus estados e buscam, pela via judicial, restrições ao design dos produtos e indenizações por danos à saúde dos usuários. As alegações miram mecânicas específicas das plataformas, como o feed infinito, as notificações push e as recomendações algorítmicas. Segundo os autores, esses recursos foram desenvolvidos para manter usuários menores de idade conectados pelo maior tempo possível, sem levar em conta os efeitos sobre sua saúde mental.

Como essa ação começou?

O caso atual faz parte de uma onda mais ampla de processos contra a Meta, iniciada em outubro de 2023. Na ocasião, dezenas de procuradores-gerais estaduais dos EUA entraram pela primeira vez com uma ação conjunta contra a empresa, acusando-a de projetar deliberadamente o Facebook e o Instagram para viciar adolescentes e prejudicar sua saúde mental.

ZK
Zhemal Khamidun — CPO da Alpina Digital, gerente de produto do AlpinaGPT. Cria produtos de IA desde 2019. O Hamidun News é um projeto pessoal que virou um agregador em produção com mais de 6.000 leitores.
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