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Spyware Pegasus infectou celular de ex-eurodeputado que investigava espionagem na UE

O Citizen Lab confirmou que o celular do ex-eurodeputado grego Stelios Kouloglou, que participou da investigação sobre o uso de spyware na União Europeia, foi infectado pelo Pegasus. Organizações de direitos humanos divulgaram uma declaração conjunta e cobraram da Comissão Europeia que o caso não fique impune.

Processado por IA de TNW; editado por Hamidun News
Spyware Pegasus infectou celular de ex-eurodeputado que investigava espionagem na UE
Fonte: TNW. Colagem: Hamidun News.
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Ficha técnica e números-chave
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Editor-chefe
Dado-chave #1A invasão foi confirmada pelo Citizen Lab, laboratório canadense de perícia digital
Dado-chave #2A vítima é Stelios Kouloglou, ex-eurodeputado pela Grécia
Dado-chave #3A infecção pelo Pegasus ocorreu em outubro de 2025

Em julho de 2026, o Citizen Lab confirmou que o celular do ex-eurodeputado grego Stelios Kouloglou foi infectado pelo Pegasus em outubro de 2025. Kouloglou havia trabalhado justamente na investigação sobre o uso de spyware na União Europeia. Após a publicação das evidências, organizações de direitos humanos cobraram medidas urgentes da Comissão Europeia.

Quem foi hackeado

Stelios Kouloglou é ex-membro do Parlamento Europeu pela Grécia. Ele participou de investigações das autoridades europeias sobre o uso de spyware comercial contra políticos, jornalistas e ativistas no território da UE. Para os defensores de direitos humanos, o fato de a vítima ser alguém que já havia estudado casos semelhantes é um sinal de alerta especialmente preocupante.

  • A invasão foi confirmada pelo Citizen Lab, laboratório canadense de perícia digital
  • A vítima é Stelios Kouloglou, ex-eurodeputado pela Grécia
  • A infecção pelo Pegasus ocorreu em outubro de 2025
  • Organizações de direitos humanos divulgaram uma declaração conjunta com uma cobrança à Comissão Europeia

Por que a Comissão Europeia está sob pressão

Organizações da sociedade civil pediram que a UE responda ao abuso de spyware com "responsabilização, e não impunidade". Desenvolvido pela empresa israelense NSO Group, o Pegasus consegue infectar smartphones sem nenhuma ação da vítima (o chamado ataque zero-click) e, depois disso, ganha acesso a mensagens, chamadas, microfone e câmera do aparelho. Nos últimos anos, o programa apareceu em escândalos de espionagem contra jornalistas, ativistas de direitos humanos e políticos em vários países da UE, incluindo a própria Grécia, a Polônia e a Hungria.

Como a UE já reagiu aos escândalos do Pegasus

Os escândalos envolvendo o Pegasus na União Europeia se arrastam há anos. Em 2022, o Parlamento Europeu criou uma comissão especial para investigar o uso de spyware (PEGA), que em 2023 publicou um relatório com recomendações para restringir o uso dessas tecnologias contra políticos e jornalistas dentro da UE. Antes disso, em novembro de 2021, os EUA incluíram a NSO Group, desenvolvedora do Pegasus, na lista de sanções do Departamento de Comércio, limitando seu acesso a tecnologias americanas. Apesar dessas medidas, novos casos de infecção de políticos e figuras públicas por spyware continuam surgindo com frequência na Europa.

O que isso significa

O caso Kouloglou mostra que, mesmo depois de anos de investigações públicas, o spyware comercial continua sendo usado contra pessoas que, pela função que exercem, deveriam estar protegidas de vigilância — e que a União Europeia ainda não tem instrumentos reais suficientes para responsabilizar os culpados.

Perguntas frequentes sobre a notícia

O que se sabe sobre Quem foi hackeado?

Stelios Kouloglou é ex-membro do Parlamento Europeu pela Grécia. Ele participou de investigações das autoridades europeias sobre o uso de spyware comercial contra políticos, jornalistas e ativistas no território da UE. Para os defensores de direitos humanos, o fato de a vítima ser alguém que já havia estudado casos semelhantes é um sinal de alerta especialmente preocupante. A invasão foi confirmada pelo Citizen Lab, laboratório canadense de perícia digital A vítima é Stelios Kouloglou, ex-eurodeputado pela Grécia A infecção pelo Pegasus ocorreu em outubro de 2025 Organizaçõ

Por que a Comissão Europeia está sob pressão?

Organizações da sociedade civil pediram que a UE responda ao abuso de spyware com "responsabilização, e não impunidade". Desenvolvido pela empresa israelense NSO Group, o Pegasus consegue infectar smartphones sem nenhuma ação da vítima (o chamado ataque zero-click) e, depois disso, ganha acesso a mensagens, chamadas, microfone e câmera do aparelho. Nos últimos anos, o programa apareceu em escândalos de espionagem contra jornalistas, ativistas de direitos humanos e políticos em vários países da UE, incluindo a própria Grécia, a Polônia e a Hungria.

Como a UE já reagiu aos escândalos do Pegasus?

Os escândalos envolvendo o Pegasus na União Europeia se arrastam há anos. Em 2022, o Parlamento Europeu criou uma comissão especial para investigar o uso de spyware (PEGA), que em 2023 publicou um relatório com recomendações para restringir o uso dessas tecnologias contra políticos e jornalistas dentro da UE. Antes disso, em novembro de 2021, os EUA incluíram a NSO Group, desenvolvedora do Pegasus, na lista de sanções do Departamento de Comércio, limitando seu acesso a tecnologias americanas. Apesar dessas medidas, novos casos de infecção de políticos e figuras públicas por

ZK
Zhemal Khamidun — CPO da Alpina Digital, gerente de produto do AlpinaGPT. Cria produtos de IA desde 2019. O Hamidun News é um projeto pessoal que virou um agregador em produção com mais de 6.000 leitores.
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