Эмиратская G42 расширяется в США: дата-центр AI в Миннеаполисе
G42, компания из ОАЭ под контролем эмира Абу-Даби, подписала договор на аренду нового дата-центра в центре Миннеаполиса. Это шаг в стратегии конкуренции на амер

G42, uma empresa dos EAU sob o controle do Emir de Abu Dhabi, Xeque Tahnun bin Zayed al-Nahyan, assinou um contrato de aluguel para um novo data center no centro de Minneapolis. Isso sinaliza que os Emirados Árabes Unidos estão levando a sério a competição no mercado americano de serviços de IA, expandindo sua influência em um país crucial para a tecnologia.
Quem lidera o projeto G42 — um dos maiores conglomerados digitais do Oriente Médio.
É de propriedade do Xeque Tahnun bin Zayed al-Nahyan, membro da família real dos EAU e assessor próximo do presidente do país. A empresa já atua em computação em nuvem, inteligência artificial e infraestrutura digital em todo o mundo — da África à Ásia. Seu portfólio inclui investimentos em sistemas descentralizados, projetos de criptografia e startups de IA.
O projeto de Minneapolis envolve a reforma de um prédio de escritórios vazio no centro da cidade em um data center totalmente funcional. Tais projetos estão crescendo em popularidade nos EUA após a pandemia, quando muitos prédios de escritórios nos centros das cidades perderam inquilinos e enfrentaram um futuro incerto. Em vez de demolir ou esperar o retorno dos trabalhadores de escritório, os desenvolvedores estão convertendo esses edifícios em complexos de servidores, sistemas de resfriamento e infraestrutura de rede moderna.
Por que
Minneapolis foi escolhida Os investimentos da G42 em infraestrutura americana fazem parte de uma estratégia mais ampla. Empresas e estados do Golfo Pérsico estão competindo ativamente com players americanos e chineses por uma fatia do mercado global de serviços de IA. Eles têm capital (acumulado a partir de exportações de petróleo e gás), estão dispostos a investir em infraestrutura por anos a fio, e veem que os EUA são o principal campo de batalha pela liderança em inteligência artificial.
A escolha de Minneapolis não é acidental: Eletricidade barata e confiável (crítica para data centers, onde a eletricidade representa até 50% dos custos operacionais) Uma cena tecnológica talentosa e várias universidades de pesquisa de destaque A presença de prédios de escritórios desocupados prontos e economicamente viáveis para conversão Incentivos fiscais atraentes e subsídios para empresas de tecnologia e grandes investimentos * Localização estratégica no centro dos EUA com infraestrutura de rede desenvolvida e conexões com rotas globais de internet ## Competição por poder de processamento se intensifica Este não é o primeiro nem o último investimento de estados do Golfo Pérsico em infraestrutura de IA americana. Arábia Saudita, EAU e outros players regionais estão comprando ativamente ações em empresas de IA, construindo seus próprios data centers, criando fundos de investimento para startups e contratando talento. Eles entendem uma verdade simples mas poderosa: quem controla o poder de processamento e os data centers tem influência real sobre o desenvolvimento e distribuição de IA.
Para os Estados Unidos, isso significa que novos centros de influência estão emergindo no país em infraestrutura digital crítica — a infraestrutura que sustenta a internet, serviços em nuvem e IA. Tecnologicamente, isso pode ser uma vantagem: a competição estrangeira frequentemente estimula a inovação e reduz os preços. Mas politicamente, é um desafio à dominação tecnológica americana, que os EUA mantêm há décadas.
A batalha pela liderança em IA é uma batalha pelo controle do poder de
processamento e infraestrutura, e esse princípio impulsiona os conglomerados dos EAU a investirem em data centers americanos.
O que isso significa para o futuro G42 em
Minneapolis é um sinal de que a competição global pela liderança em IA não é apenas competição entre corporações, mas também entre países e blocos estratégicos. Os Emirados estão apostando em data centers com a mesma prioridade estratégica que outros países apostam em semicondutores, tecnologia nuclear ou elementos de terras raras. E isso é apenas o começo de uma onda mais ampla de investimentos que afetará muito mais cidades americanas.