Anthropic substituiu o Git pelo Scion, seu próprio sistema: 7 engenheiros e Claude em 5 meses

Segundo o site chinês Jiqizhixin, a Anthropic substituiu o Git por um sistema interno de controle de código-fonte chamado Scion. Sete engenheiros o desenvolveram junto com o Claude, que teve participação profunda no trabalho. O projeto inteiro levou cinco meses e começou do zero. Em paralelo, surgiram a ferramenta de code review Antique e alguns sistemas relacionados. O Git é o padrão da indústria há cerca de 20 anos, e abandoná-lo em uma empresa desse porte chama atenção. • 7 engenheiros e Claude, 5 meses • Scion para versionamento, Antique para revisão • Por enquanto é só uma ferramenta interna, e há poucos detalhes

Processado por IA de Jiqizhixin (机器之心); editado por Hamidun News
Anthropic substituiu o Git pelo Scion, seu próprio sistema: 7 engenheiros e Claude em 5 meses
Fonte: Jiqizhixin (机器之心). Colagem: Hamidun News.
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Ficha técnica e números-chave
ParâmetroDados
Fonte originalJiqizhixin (机器之心) ↗
Editor-chefe
Dado-chave #17 engenheiros e Claude, 5 meses
Dado-chave #2Scion para versionamento, Antique para revisão
Dado-chave #3Por enquanto é só uma ferramenta interna, e há poucos detalhes

Sete engenheiros, cinco meses e o Claude como coautor ativo. Essa é a fórmula apresentada pelo site chinês Jiqizhixin: a Anthropic escreveu do zero o Scion, um sistema interno de controle de versão, e o colocou no lugar do Git, que há cerca de 20 anos é o padrão para desenvolvedores. Junto com o Scion, a equipe criou a ferramenta de code review Antique e alguns sistemas relacionados. Por enquanto, a reportagem traz poucos detalhes técnicos, mas a escala da tarefa já diz muito.

O que se sabe sobre o projeto

Segundo o site, o sistema foi desenvolvido por um grupo pequeno, de sete engenheiros. O Claude participou do desenvolvimento de forma profunda, indo além de sugerir trechos de código. A Anthropic partiu de uma folha em branco: não se trata de um fork do Git nem de uma camada sobre ele, mas de um sistema próprio para armazenar e registrar as mudanças no código-fonte. Toda a estrutura ao redor, incluindo a revisão de código, foi construída em torno dele.

  • Equipe: 7 engenheiros e Claude
  • Prazo: 5 meses, desenvolvimento do zero
  • Scion: sistema interno de controle de código-fonte
  • Antique: ferramenta de code review que funciona junto com o Scion
  • O que foi substituído: o Git, padrão da indústria há cerca de 20 anos
  • Status: uso interno; a fonte não informa se haverá lançamento público

Por que as grandes empresas estão deixando o Git

O Git foi criado para o trabalho distribuído no kernel do Linux e, nesse papel, virou há muito tempo uma ferramenta universal. Mas, em monorepositórios muito grandes e com um fluxo enorme de mudanças, ele esbarra em limites. O Google vive há décadas com seu próprio sistema, o Piper, a Meta desenvolve o Sapling e a Microsoft chegou a criar o VFS for Git. A Anthropic entra nessa lista com uma particularidade: segundo o relato, boa parte do trabalho foi feita pela própria IA da empresa.

A fonte não menciona os motivos para abandonar o Git. Uma hipótese plausível é que, quando agentes também escrevem e editam código, a carga sobre o sistema de versões e sobre a revisão aumenta. Surgem muitos branches paralelos, commits pequenos e pedidos de merge, e as ferramentas pensadas para humanos começam a ficar lentas. Isso é uma suposição, não um fato confirmado.

O que ainda falta saber

A matéria se apoia em uma única fonte, e o texto citado não traz confirmação da própria Anthropic. Não se sabe como Scion e Antique são estruturados, se são compatíveis com o Git em formatos e comandos, nem que volume de repositórios eles suportam. Também não foi revelado que parcela do código foi escrita pelo Claude nem como os engenheiros verificaram o resultado. A palavra "substituição" também se refere apenas à infraestrutura interna da empresa. A indústria continua rodando em Git, e não há informação de que o Scion vá além da Anthropic.

O que as equipes podem levar para a prática

Ninguém precisa jogar o Git fora. Vale mais olhar para o próprio processo de desenvolvimento com agentes e medir três coisas: a parcela das mudanças propostas por agentes, o tempo médio de revisão e a frequência de conflitos de merge. Se a revisão virou gargalo, o problema provavelmente está no processo, e ainda é cedo para trocar o sistema de versões por causa disso.

A segunda conclusão diz respeito à escala. Projetos de infraestrutura desse porte antes exigiam dezenas de pessoas e anos de trabalho. Se os números estiverem corretos, uma equipe pequena, com forte expertise e um agente de IA, termina em cinco meses. Mas estamos falando da equipe da Anthropic, que conhece melhor do que ninguém as capacidades do Claude. Só vale seguir esse caminho com uma avaliação honesta do custo de manutenção: um sistema de versões próprio exige suporte por anos. O melhor é esperar os detalhes técnicos da Anthropic e só então fazer comparações.

História

Perguntas frequentes sobre a notícia

O que se sabe sobre o projeto?

Segundo o site, o sistema foi desenvolvido por um grupo pequeno, de sete engenheiros. O Claude participou do desenvolvimento de forma profunda, indo além de sugerir trechos de código. A Anthropic partiu de uma folha em branco: não se trata de um fork do Git nem de uma camada sobre ele, mas de um sistema próprio para armazenar e registrar as mudanças no código-fonte. Toda a estrutura ao redor, incluindo a revisão de código, foi construída em torno dele. Equipe: 7 engenheiros e Claude Prazo: 5 meses, desenvolvimento do zero Scion: sistema interno de controle de código-fonte A

Por que as grandes empresas estão deixando o Git?

O Git foi criado para o trabalho distribuído no kernel do Linux e, nesse papel, virou há muito tempo uma ferramenta universal. Mas, em monorepositórios muito grandes e com um fluxo enorme de mudanças, ele esbarra em limites. O Google vive há décadas com seu próprio sistema, o Piper, a Meta desenvolve o Sapling e a Microsoft chegou a criar o VFS for Git. A Anthropic entra nessa lista com uma particularidade: segundo o relato, boa parte do trabalho foi feita pela própria IA da empresa. A fonte não menciona os motivos para abandonar o Git. Uma hipótese plausível é que, quando

O que ainda falta saber?

A matéria se apoia em uma única fonte, e o texto citado não traz confirmação da própria Anthropic. Não se sabe como Scion e Antique são estruturados, se são compatíveis com o Git em formatos e comandos, nem que volume de repositórios eles suportam. Também não foi revelado que parcela do código foi escrita pelo Claude nem como os engenheiros verificaram o resultado. A palavra "substituição" também se refere apenas à infraestrutura interna da empresa. A indústria continua rodando em Git, e não há informação de que o Scion vá além da Anthropic.

ZK
Zhemal Khamidun — CPO da Alpina Digital, gerente de produto do AlpinaGPT. Cria produtos de IA desde 2019. O Hamidun News é um projeto pessoal que virou um agregador em produção com mais de 6.000 leitores.
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