Глава Adecco Дени Машуэль: ИИ меняет работу, а не уничтожает рабочие места
Дени Машуэль, глава крупнейшего в мире кадрового холдинга Adecco Group, заявил в июле 2026 года: искусственный интеллект радикально меняет работу, но не опустошает офисы. По его словам, технология переписывает задачи внутри профессий быстрее, чем ликвидирует сами рабочие места, — значит, впереди не волна увольнений, а массовое переобучение сотрудников.
Processado por IA de TNW; editado por Hamidun News
Denis Machuel, CEO da Adecco Group — o maior holding de recursos humanos do mundo —, declarou em julho de 2026 que a inteligência artificial está mudando radicalmente a natureza do trabalho, mas não está levando à destruição em massa de empregos nem ao esvaziamento dos escritórios.
O que exatamente disse o chefe da Adecco
Machuel descreveu o impacto da IA como uma evolução das profissões, não seu desaparecimento. Segundo ele, a tecnologia reescreve o conteúdo das tarefas dentro do trabalho mais rápido do que elimina os próprios empregos: as pessoas permanecerão, mas suas atribuições vão mudar.
«A inteligência artificial traz uma evolução colossal no mundo do trabalho», —
Denis Machuel, CEO da Adecco Group.
A declaração foi feita em julho de 2026 e soa fundamentalmente mais cautelosa do que os cenários alarmistas nos quais a IA generativa substitui trabalhadores por departamentos inteiros. Segundo relata a TheNextWeb, o chefe do holding deu ênfase justamente à transformação, não à redução do emprego.
Por que a opinião da Adecco merece confiança
A Adecco Group é o maior holding do mundo em recrutamento e locação de pessoal, por isso a avaliação de seu CEO se apoia na demanda real dos empregadores, e não em modelos teóricos. A empresa cruza vagas e candidatos diariamente em dezenas de países e é uma das primeiras a perceber quais profissões estão encolhendo e quais estão crescendo.
É justamente por isso que a posição de Machuel não é um otimismo abstrato: o chefe do gigante de staffing constata que os empregadores ainda não estão substituindo pessoas por algoritmos em massa, mas sim redistribuindo tarefas entre funcionários e sistemas. Para o mercado de trabalho, isso é um indicador em primeira mão, não uma previsão de apresentação de consultoria.
A voz do setor de recursos humanos é valiosa nesse debate também porque as empresas de RH são as primeiras a sentir a reversão na contratação: desaceleração de vagas, mudança de requisitos, surgimento de novas funções. Quando justamente um player desses fala de evolução, e não de colapso do emprego, isso esfria as previsões alarmistas.
A IA vai destruir empregos?
A IA não vai destruir empregos em massa, mas vai reestruturá-los — é nisso que a Adecco insiste, e sua declaração se encaixa no principal debate em torno da tecnologia. Um lado alerta sobre a redução de categorias inteiras de trabalho de escritório sob a pressão da automação; o outro, ao qual Machuel agora aderiu publicamente, fala de uma mudança de habilidades dentro das mesmas profissões.
Pela lógica do chefe da Adecco, as operações rotineiras são automatizadas, mas ao mesmo tempo cresce a demanda por saber trabalhar com IA, verificar seus resultados e assumir tarefas que exigem julgamento humano. A aposta é na requalificação do pessoal, não em demissões em massa.
Aposta na requalificação
A principal conclusão prática das palavras de Machuel é que é mais vantajoso para empregadores e trabalhadores investir em requalificação do que esperar por demissões. A Adecco, como intermediária entre empresas e candidatos, tem interesse direto em que os candidatos aprendam novas habilidades em vez de saírem do mercado.
A lógica do holding é simples: se a IA assume parte das operações, o tempo liberado do funcionário flui para tarefas em que a máquina ainda é fraca — comunicação, tomada de decisão, controle de qualidade. Essa transição exige treinamento, mas preserva o emprego, e é justamente nesse cenário que a Adecco insiste publicamente em julho de 2026.
O que isso significa
Quando o chefe do maior holding de recursos humanos do mundo diz que a IA muda, e não destrói, o trabalho, isso é um sinal para o mercado de trabalho: o valor do funcionário se desloca para a capacidade de trabalhar junto com a IA, e não de competir com ela. Na zona de risco não estão os que foram substituídos por um algoritmo, mas os que se recusarem a dominar novas ferramentas. Para as empresas, a conclusão é simétrica: investir em treinar o pessoal para trabalhar com IA sairá mais barato do que substituir equipes em massa e perder expertise.
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