Tesla tira da Intel especialista para tocar a fábrica de chips Terafab
A Tesla tirou da Intel o engenheiro responsável por colocar em produção os chips nos processos 18A, 22 e 14 nanômetros. Na Tesla, ele vai liderar o projeto Terafab, que prevê a construção do zero de uma grande fábrica de chips, segundo a CNews. A contratação faz parte da saída de profissionais-chave da Intel para concorrentes.
Processado por IA de CNews AI; editado por Hamidun News
A Tesla tirou da Intel o engenheiro responsável por colocar em produção os chips no processo 18A, o mais avançado da Intel, além dos processos de 22 e 14 nanômetros. Na Tesla, ele vai liderar o projeto Terafab, que prevê a construção do zero de uma grande fábrica de chips. A informação é da CNews.
Quem mudou de empresa e o que vai fazer
- Na Intel, o especialista liderou o início da produção no 18A, o processo mais avançado da empresa
- Ele também foi responsável pela implementação dos processos de 22 e 14 nm
- Na Tesla, vai comandar o projeto Terafab, a construção de uma fábrica de chips do zero
- A CNews registrou a mudança como parte da saída de engenheiros-chave da Intel para concorrentes
Por que a Tesla quer produzir os próprios chips
Há anos a Tesla investe no desenvolvimento de chips próprios para o piloto automático e o treinamento de IA. Primeiro veio o chip do sistema Full Self-Driving. Depois, o supercomputador Dojo, baseado nos aceleradores D1, também desenvolvidos pela empresa. Elon Musk já falou várias vezes sobre os planos de ampliar a capacidade computacional da companhia para treinar modelos de IA de direção autônoma e robótica, em vez de depender totalmente de fornecedores externos de silício.
A julgar pelo tamanho da tarefa, que é erguer uma fábrica do zero, o projeto Terafab prevê uma capacidade bem maior que a das atuais linhas de chips da Tesla. A Intel aposta no 18A para recuperar da TSMC e da Samsung a liderança na fabricação de chips. Ao contratar justamente um especialista nesse processo, a Tesla reforça sua competência na implementação de linhas de produção novas e ainda não amadurecidas, e não apenas no design dos chips.
Um momento difícil para a Intel
Nos últimos anos, a Intel enfrentou uma série de dificuldades no negócio de fabricação. A empresa está atrás da TSMC em participação no mercado de produção terceirizada de chips e investe bilhões de dólares em novas fábricas nos EUA. Ao mesmo tempo, perde engenheiros experientes, disputados por concorrentes e por clientes que querem montar a própria produção. O processo 18A deve ser a principal prova da Intel Foundry de que a empresa consegue disputar encomendas de clientes externos, e não só fabricar chips para os próprios produtos. Por isso, a saída justamente de quem colocou esse processo em operação é vista pelo setor como especialmente dolorosa.
O que isso significa
A saída de engenheiros experientes em processos de ponta da Intel para concorrentes como a Tesla mostra que a disputa por talentos na fabricação de chips está ficando mais acirrada. Isso acontece à medida que mais empresas de tecnologia buscam construir fábricas e linhas próprias para chips de IA, em vez de comprar capacidade de fabricantes terceirizados.
Perguntas frequentes sobre a notícia
O que se sabe sobre Quem mudou de empresa e o que vai fazer?
Na Intel, o especialista liderou o início da produção no 18A, o processo mais avançado da empresa Ele também foi responsável pela implementação dos processos de 22 e 14 nm Na Tesla, vai comandar o projeto Terafab, a construção de uma fábrica de chips do zero A CNews registrou a mudança como parte da saída de engenheiros-chave da Intel para concorrentes
Por que a Tesla quer produzir os próprios chips?
Há anos a Tesla investe no desenvolvimento de chips próprios para o piloto automático e o treinamento de IA. Primeiro veio o chip do sistema Full Self-Driving. Depois, o supercomputador Dojo, baseado nos aceleradores D1, também desenvolvidos pela empresa. Elon Musk já falou várias vezes sobre os planos de ampliar a capacidade computacional da companhia para treinar modelos de IA de direção autônoma e robótica, em vez de depender totalmente de fornecedores externos de silício. A julgar pelo tamanho da tarefa, que é erguer uma fábrica do zero, o projeto Terafab prevê uma capa
O que se sabe sobre Um momento difícil para a Intel?
Nos últimos anos, a Intel enfrentou uma série de dificuldades no negócio de fabricação. A empresa está atrás da TSMC em participação no mercado de produção terceirizada de chips e investe bilhões de dólares em novas fábricas nos EUA. Ao mesmo tempo, perde engenheiros experientes, disputados por concorrentes e por clientes que querem montar a própria produção. O processo 18A deve ser a principal prova da Intel Foundry de que a empresa consegue disputar encomendas de clientes externos, e não só fabricar chips para os próprios produtos. Por isso, a saída justamente de quem col
Test Frontier LLMs & Autonomous Agents in One Workspace
Run Claude Opus 5.5, GPT-6, Gemini 3.1, and DeepSeek side-by-side in Nomad AI (nomadnet.ai) — unified model routing, deep research, and multimodal workflows under one subscription.
O essencial da IA — uma vez por semana
Sete histórias que realmente importaram, escolhidas a dedo. Sem ruído nem releases.
Pronto! Verifique seu e-mail para a confirmação.