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MathWorks apresenta o ciclo completo de desenvolvimento de sensores AI para sistemas embarcados

MathWorks lançou um webinário gratuito sobre a criação de sensores virtuais baseados em AI. O workflow completo inclui: treinamento em MATLAB, verificação…

Processado por IA de IEEE Spectrum AI; editado por Hamidun News
MathWorks apresenta o ciclo completo de desenvolvimento de sensores AI para sistemas embarcados
Fonte: IEEE Spectrum AI. Colagem: Hamidun News.
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MathWorks anunciou um webinário sobre o workflow completo para criar e implantar modelos AI de sensores virtuais que funcionam diretamente em processadores embarcados — sem nuvem e sem latência.

Por que sensores virtuais são necessários

Um sensor virtual é uma rede neural que calcula uma grandeza necessária com base em outros sensores. Por exemplo, um sensor de qualidade do ar calculado a partir de pressão, umidade e CO₂, ou um sistema de previsão de falhas de equipamento que analisa vibração e temperatura. Na indústria, esses sensores são usados há muito tempo fisicamente — em tubulações de calor, sistemas hidráulicos, instalações de armazenamento. Mas em sistemas embarcados, isso é crítico por outras razões: calcular na nuvem é caro (a internet é pouco confiável, as latências são inaceitáveis), e no microcontrolador é necessário economizar cada bit de memória e cada miliampere de energia.

O que

MathWorks mostra O webinário revela um workflow end-to-end que inclui: Integração de modelos AI no Simulink para verificação e testes baseados em simulação no nível do sistema Verificação formal de redes neurais — garantia matemática de que a rede funciona dentro dos limites aceitáveis Compressão de modelo (quantização, poda) para economizar memória e acelerar a execução Geração de código C sem dependências de frameworks externos Testes PIL (processor-in-the-loop) — verificação no processador alvo real Análise de desempenho e análise de compromissos entre precisão e velocidade Todo o ciclo em um único ambiente — MATLAB e Simulink. Sem mudanças entre ferramentas, sem perda de contexto.

Desafios práticos O principal problema: uma rede neural que funciona elegantemente em um notebook

Jupyter pode não funcionar corretamente em um microcontrolador com 32 KB de memória e processador de 48 MHz. Por isso, MathWorks enfatiza a verificação formal — não apenas executar testes, mas provar que a rede não ultrapassará os limites do comportamento seguro nem no pior caso. O segundo gargalo é como comprimir o modelo para que ele caiba na memória e funcione rápido o suficiente, mas não perca precisão? Existem técnicas (quantização para int8, poda estrutural, destilação), mas sem automação isso é trabalho manual.

Contexto: AI na edge Este webinário é parte de uma grande tendência.

Nos últimos 5 anos, a edge AI saiu de um nicho para o mainstream. Agora não apenas grandes empresas treinam modelos, mas também engenheiros que fazem máquinas de lavar, geladeiras, sensores e bombas. E todos enfrentam o mesmo problema: como executar ML localmente quando o hardware é de 2010, mas os requisitos são de 2025.

O que isso significa

Embedded AI está saindo do hobby de entusiastas para as práticas de engenharia de produção. Se você tem um dispositivo IoT, equipamento industrial ou eletrônicos para consumidor — nos próximos anos será necessário incorporar modelos AI localmente em vez de enviar tudo para a nuvem. MathWorks oferece um conjunto de ferramentas que torna isso muito mais simples — e mais importante, muito mais seguro.

ZK
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